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Cibersegurança · Peru

Pentest no Peru

Testes de penetração para empresas peruanas: encontramos as vulnerabilidades antes dos atacantes, alinhados à Lei 29733 e às exigências da SBS.

O Peru vive uma acelerada digitalização: o comércio eletrônico, o banco móvel e as carteiras digitais se massificaram em poucos anos, sobretudo a partir de Lima. Esse crescimento ampliou a superfície de ataque: ransomware, fraude e vazamento de dados pessoais são hoje riscos cotidianos para empresas de médio e grande porte.

Um teste de penetração (pentest) simula um ataque real e controlado contra suas aplicações, redes e infraestrutura, para descobrir por onde um adversário entraria e o que poderia comprometer. Diferente de uma varredura automática, combinamos ferramentas com técnicas manuais que detectam falhas de lógica de negócio, e entregamos um relatório priorizado por risco real com passos concretos de remediação.

Pentest e a Lei 29733 de Proteção de Dados

A Lei N° 29733 de Proteção de Dados Pessoais —e seu novo Regulamento (D.S. 016-2024-JUS)— obriga as empresas a adotar medidas de segurança para proteger os dados pessoais que tratam, sob a supervisão da Autoridade Nacional de Proteção de Dados Pessoais (ANPDP). Um incidente que exponha dados pessoais pode gerar procedimentos sancionadores e multas, além do dano reputacional. Os testes de penetração periódicos são das formas mais sólidas de demonstrar diligência: evidenciam que a organização avalia e corrige ativamente suas vulnerabilidades, não apenas que tem políticas no papel.

Setor financeiro: a normativa da SBS

Se você é uma entidade supervisionada pela Superintendência de Banca, Seguros e AFP (SBS), sua normativa de gestão da segurança da informação e cibersegurança exige avaliações técnicas e gestão de vulnerabilidades sobre seus sistemas e canais digitais. Definimos o escopo do pentest para cobrir as superfícies que mais importam ao regulador e aos seus clientes: banco e canais digitais, APIs de pagamento, autenticação e a exposição de dados sensíveis. A entrega é pensada para sustentar uma conversa com auditores, áreas de risco e a diretoria.

Trabalho remoto, cobertura nacional

Atendemos empresas em Lima, Arequipa, Trujillo e no resto do país de forma 100% remota. O pentest não exige presença física: trabalhamos sobre seus ambientes com regras de engajamento claras, janelas acordadas e comunicação constante. Isso nos permite oferecer talento certificado a um custo competitivo, com a proximidade de fuso horário e o idioma que uma firma offshore não oferece.

O que você recebe ao contratar

Acordo de confidencialidade (NDA)

Todo o processo está legalmente protegido desde o primeiro dia.

Escopo definido e coordenado

Acordamos quais sistemas testar, horários e condições para não afetar sua operação.

Especialistas certificados

CEH, OSCP e CompTIA Security+. Não terceirizamos nem dependemos apenas de ferramentas automáticas.

Relatório executivo + técnico

Dois relatórios que facilitam a aprovação interna do orçamento.

Sessão de apresentação de resultados

Explicamos os achados, respondemos perguntas e priorizamos correções.

Acompanhamento pós-entrega

Disponíveis durante a remediação para esclarecer dúvidas e verificar correções.

Preguntas frecuentes — Peru

Não existe uma norma única que o exija de todas as empresas. No entanto, a Lei 29733 obriga a implementar medidas de segurança sobre os dados pessoais, e a SBS impõe controles mais rígidos ao sistema financeiro. Na prática, o pentest é a forma padrão de demonstrar que essas medidas são efetivas, não apenas declarativas.

A Lei 29733 e seu regulamento exigem medidas de segurança para proteger os dados pessoais. Um pentest avalia se essas medidas realmente resistem a um ataque e produz evidência documentada da avaliação e da remediação, útil para sustentar a diligência da empresa frente à ANPDP, clientes e parceiros.

Sim. Trabalhamos com empresas em todo o Peru de forma remota, com a vantagem de fuso horário próximo. Definimos juntos o escopo, as janelas de teste e as regras de engajamento antes de começar.

A prática recomendada é pelo menos uma vez por ano e, além disso, após mudanças significativas: novas aplicações, migrações para a nuvem, integrações de pagamento ou reestruturações de infraestrutura. Para sistemas críticos ou muito mutáveis, uma cadência semestral reduz muito a janela de exposição.

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